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agosto 26, 2010

COLETA SELETIVA, EU FAÇO!

A coleta seletiva não é apenas uma questão ambiental, contribuindo na preservação do meio ambiente e na melhoria da qualidade de vida da população mas também de saúde pública, reduzindo o volume de lixo levado aos aterros sanitários.
Em função disso, faz-se urgente a criação de políticas públicas voltadas não apenas ao tratamento do lixo, mas à conscientizção da sociedade.

"Prevenir é sempre melhor que remediar".

A quantidade de lixo produzido na cidade de São Paulo é muito grande. Diariamente cerca de 15 mil toneladas de lixo são gerados, sendo 9 mil de resíduos domiciliares que vão para os aterros sanitários. Só para se ter uma idéia, apenas 0,6% do montante de lixo gerado na cidade vai para a coleta seletiva. Agora, essa quantidade para cada ser humano é de 5 kg ao dia, somando toda a produção mundial, os números são assustadores.

ENTÃO, TEMOS QUE DIMINUIR A QUANTIDADE DE LIXO PRODUZIDO? COMO?

A destinação do lixo é um problema constante, não só em grandes cidades como São Paulo mas quase em todos os municípios, sempre se defrontando com a escassez de recursos para investimento na coleta e no processamento e disposição final do lixo. Sendo os "lixões" o destino da maior parte dos resíduos urbanos produzidos no Brasil, apresentam graves prejuízos ao meio ambiente, à saúde e à qualidade de vida da população. Mesmo nas cidades que implantaram aterros sanitários, o rápido esgotamento de sua vida útil mantém evidente o problema do destino do lixo urbano. A situação exige soluções para a destinação final do lixo no sentido de reduzir o seu volume. Ou seja: no destino final, é preciso ter menos lixo.

Precisamos ter consciência da importância da coleta seletiva, como também da conscientização da população a cerca da mesma. Por isso é necessário trabalharmos esse assunto nas escolas, educando e conscientizando os alunos sobre a preservação do meio ambiente. E também em casa, educando os pais que são espelhos para os filhos.

Lixo é basicamente todo e qualquer resíduo sólido proveniente das atividades humanas ou gerado pela natureza em aglomerações urbanas. No entanto, o conceito mais atual é o de que lixo é aquilo que ninguém quer ou que não tem valor comercial. Neste caso, pouca coisa jogada fora pode ser chamada de lixo.
Temos que aprender a transformar cascas, talos e folhas de vegetais - partes que normalmente se jogam no lixo - em receitas nutritivas e deliciosas para incrementar o cardápio do dia-a-dia ajudando a diminuir a quantidade de lixo produzido.

Este tipo de atitude pode soar meio exagerado, mas é o que realmente devemos fazer, se afinal de contas a maioria das vitaminas e sais minerais estão na casca, por que jogá-las fora?

* Evitar o desperdício usando integralmente os alimentos, especialmente de legumes, frutas e verduras, evitando a produção de lixo perecível;

*
Separar todo tipo de embalagem plástica, metálica, de papel e vidro conforme as cores indicadas;

* Encontre boas dicas para uma cozinha ecologicamente correta em http://bbel.uol.com.br/casa/post/cozinha-ecologicamente-correta.aspx 

* Acesse www.rotadareciclagem.com.br e saiba o local mais próximo de onde você está para reciclar seu lixo;

* O Grupo Pão de Acúcar também tem coleta de seletiva - acesse 
www.grupopaodeacucar.com.br/responsabilidade-socioambiental e conheça seus programas socioambientais;

* Saiba mais sobre coleta seletiva em www.coletasolidaria.gov.br
e reciclagem em www.cempre.org.br

Vamos erguer essa bandeira e ajudar, não só nossa cidade de São Paulo mas, a cuidar do Brasil. 

Coleta Seletiva, eu faço - por uma vida melhor!

A gente se vê em São Paulo
Uma cidade, nossa paixão!!


junho 25, 2010

LIXO RECICLÁVEL DE SÃO PAULO É DESPERDIÇADO

A prefeitura de São Paulo diz recolher 120 toneladas de lixo reciclável em 74 dos 96 distritos diariamente, sendo que um terço de tudo isso é desperdiçado (EU NÃO ACREDITO, É MTA COISA...).
Um terço representa cerca de R$ 250 mil por mês, e pasmem, R$ 3 milhões por ano. O cálculo é do presidente do Instituto Brasil Ambiente, Dr. Sabetai Calderoni, que já lançou o livro “Os bilhões perdidos no lixo” (adorei o título, o livro deve ser bom). Essa conta leva em consideração os preços dos materiais na venda para empresas recicladoras.

E por que esse desperdício todo? 

Porque, materiais como garrafas pet, papel, embalagens plásticas, embalagens longa vida e vidro, no momento em que são retirados das ruas, são colocados em caminhões compactadores (são tão barulhentos que, caso alguém tenha esquecido de pôr o lixo pra fora, sai correndo feito doido pra dar tempo. Quantas vezes já fiz isso, rs...), prensando o conteúdo. Essa perda é muito grande! Vira uma massaroca que não tem recuperação! Do lixo reaproveitável, resta, somente 78 toneladas (de 120 T, apenas 78 T? Isso é triste...), e o lixo lixo - aquele perdido - 42 toneladas (meu Deus, é muito lixo desperdiçado, como disse Dr. Sabetai Calderoni, os bilhões perdidos...).
Por fim, a Secretaria de Serviços da Prefeitura afirma que agendará uma reunião para os próximos dias (será?) com as concessionárias Loga e Ecourbis para apurar esses problemas de coleta seletiva que são obrigações contratuais das empresas. Desde 2005, de 56 pulou para 74 distritos atendidos. O investimento na coleta seletiva nunca foi deixado de lado, segundo a administração municipal.
Vamos aguardar as melhoras, né?



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